Como tenho me surpreendido. Em uma recente viagem feita às terras goianas reencontrei um amigo, que até pouco tempo se considerava tocantinense, mas pelo que percebi ele mudou de idéia. Me perguntou: “E aí, no Tocantins continua acontecendo aquelas aberrações típicas de lá?”. Logicamente que apelei, questionei no ato se ele pensava que as coisas inimagináveis só aconteciam aqui no Tocantins?
Assistindo o noticiário esta semana me surpreendi, de novo, com dois fatos interessantes. Primeiro a prefeitura de Palmas anuncia que a Guarda Metropolitana vai auxiliar na fiscalização de trânsito com a intenção de baixar os índices de acidentes da cidade. Posteriormente, mais uma vez me surpreendo com a notícia de um atropelamento múltiplo, oito pessoas, na avenida Palmas Brasil, em que o condutor é um Guarda Metropolitano.
É, parece que a competência de fiscalização de trânsito da Guarda foi jogada ao chão, por causa da atitude única de um de seus integrantes. Como que pode, uma pessoa arrastar outra por 20 metros, atropelar no percurso mais sete e estar apto a fiscalizar o trânsito? Realmente, é dessas aberrações que o “ex-tocantinense” se referia.
O pior é a alegação de que atropelou outras sete pessoas porque o seu veículo estava sendo alvejado por pedras e latas. Logicamente, afinal será que ele não percebeu que estava arrastando uma pessoa? Será que ele queria que as outras pessoas presentes no local ficassem olhando a moça ser arrastada e morta sem nada fazer? Será que ele queria que acontecesse á outra família o mesmo que aconteceu com o garoto João Hélio, arrastado vivo, durante um assalto?
Agora, o que fazer? Um processo por lesão corporal é o suficiente? Claro que não, suficiente é preparar-se para receber o público durante as comemorações. Fechar a avenida, antes do início da festa, evitando a entrada de veículos, isso sem abrir exceções porque a pessoa faz parte da corporação.
Juntem-se a mim tocantinenses, não vamos permitir que terceiros falem mal do nosso estado, não vamos permitir que aberrações como essas sujem a imagem de nossa cidade. E aos que comandam e cuidam da ordem pública, tentem usar de planejamento para que novos crimes de trânsito não aconteçam durante as comemorações da Copa, afinal todos nos temos a esperança que nossa seleção irá trazer o caneco na bagagem
quinta-feira, 24 de junho de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Eu também sou Pioneira
Artigo publicado no Jornal do Tocantins do dia 28 de maior de 2010
E quem disse que não sou pioneira? Pois é. Eu sou pioneira também. Vendo Palmas completar 21 anos, me lembro de quando cheguei a essa cidade, na época eu tinha apenas 7 anos de idade. Minha comadre morre de rir quando digo que já morei na Praça dos Girassóis, mas isso é verdade, faz parte de minha história.
Claro que me lembro, dos meus tempos de menina, quando morava na antiga rodoviária, que ocupava o lugar que hoje é a Secretaria do Planejamento, dentro de um Opala vermelho que dividi com minha mãe, meu pai e meu irmão (na época, mais novo do que eu). Tudo em busca do sonho de melhorar de vida, do sonho da cidade nova, do sonho da “nova Brasília”.
Arrepio-me ao pensar que tudo que meus pais queriam eram me dar uma vida melhor, e isso eles conseguiram. Afinal, engoli poeira, mas me diverti e Palmas me deu a oportunidade de conquistar vitórias inacreditáveis.
Mas não pensem que foi fácil, pois também me lembro muito bem das lágrimas de alegria de minha mãe quando conseguiu uma vaga para que eu estudasse na escola Madre Belém, misturadas com as lagrimas de tristeza por não ter conseguido para o meu irmão. Hoje agradeço a ela, o esforço de ter levantado na madrugada e de ter insistido na intenção de garantir a minha educação, que posteriormente me rendeu uma vaga na única universidade pública do Tocantins.
Engoli poeira, pisei em lama, brinquei atrás dos caminhões pipas e me perdi de alegria no me de redemoinhos. Chorei com as chuvas de vento e participei de muitos desfiles cívicos. Eu também sou história. Também sou pioneira. Também escolhi Palmas para ter meus filhos e espero que meus filhos escolham Palmas para ter meus netos.
Tenho certeza que muitos, ao ler esse texto lembram-se das histórias que conto e das dificuldades que passamos para que Palmas se tornasse essa beleza que é hoje. Muitos também usaram água de caminhão pipa e lavaram roupas no córrego Brejo Comprido (Avenida Teotônio Segurado). Pois, essa era a minha intenção, relembrar aos palmenses o verdadeiro significado da palavra pioneiro.
Ver Palmas assim, com ares de cidade grande, me deixa encantada e me faz lembrar que a cidade é assim, porque muitos iguais aos meus pais insistiram em construir uma cidade perfeita para se viver. Obrigada pai, obrigada mãe, obrigada pioneiros anônimos. Parabéns Palmas.
Erica Lima é jornalista, especializada em assessoria de comunicação, pioneira , filha de pioneiros e moradora de Palmas desde 1991
E quem disse que não sou pioneira? Pois é. Eu sou pioneira também. Vendo Palmas completar 21 anos, me lembro de quando cheguei a essa cidade, na época eu tinha apenas 7 anos de idade. Minha comadre morre de rir quando digo que já morei na Praça dos Girassóis, mas isso é verdade, faz parte de minha história.
Claro que me lembro, dos meus tempos de menina, quando morava na antiga rodoviária, que ocupava o lugar que hoje é a Secretaria do Planejamento, dentro de um Opala vermelho que dividi com minha mãe, meu pai e meu irmão (na época, mais novo do que eu). Tudo em busca do sonho de melhorar de vida, do sonho da cidade nova, do sonho da “nova Brasília”.
Arrepio-me ao pensar que tudo que meus pais queriam eram me dar uma vida melhor, e isso eles conseguiram. Afinal, engoli poeira, mas me diverti e Palmas me deu a oportunidade de conquistar vitórias inacreditáveis.
Mas não pensem que foi fácil, pois também me lembro muito bem das lágrimas de alegria de minha mãe quando conseguiu uma vaga para que eu estudasse na escola Madre Belém, misturadas com as lagrimas de tristeza por não ter conseguido para o meu irmão. Hoje agradeço a ela, o esforço de ter levantado na madrugada e de ter insistido na intenção de garantir a minha educação, que posteriormente me rendeu uma vaga na única universidade pública do Tocantins.
Engoli poeira, pisei em lama, brinquei atrás dos caminhões pipas e me perdi de alegria no me de redemoinhos. Chorei com as chuvas de vento e participei de muitos desfiles cívicos. Eu também sou história. Também sou pioneira. Também escolhi Palmas para ter meus filhos e espero que meus filhos escolham Palmas para ter meus netos.
Tenho certeza que muitos, ao ler esse texto lembram-se das histórias que conto e das dificuldades que passamos para que Palmas se tornasse essa beleza que é hoje. Muitos também usaram água de caminhão pipa e lavaram roupas no córrego Brejo Comprido (Avenida Teotônio Segurado). Pois, essa era a minha intenção, relembrar aos palmenses o verdadeiro significado da palavra pioneiro.
Ver Palmas assim, com ares de cidade grande, me deixa encantada e me faz lembrar que a cidade é assim, porque muitos iguais aos meus pais insistiram em construir uma cidade perfeita para se viver. Obrigada pai, obrigada mãe, obrigada pioneiros anônimos. Parabéns Palmas.
Erica Lima é jornalista, especializada em assessoria de comunicação, pioneira , filha de pioneiros e moradora de Palmas desde 1991
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
A IMPRENSA E AS FESTAS DE FIM DE ANO
Hoje, assistindo o Bom Dia Tocantins, recordei-me da época em que fazia parte do quadro de funcionários de um jornal da cidade, era repórter de rua. Percebi o quanto sofre os repórteres e produtores nessa época do ano , aqui no Tocantins.
O Jornalismo no estado ainda é muito pautado pelo poder publico e pela política estatal e bipartidária, e no fim de ano as coisas ficam difíceis. Analisem só: O governador está com a primeira dama no exterior, a assembléia já está de recesso, os órgão públicos paralisados, e cadê as pautas? Onde estão?
Batia-me um desespero nessa época, e sempre pensava: “Todas as pautas de fim de ano são iguais todos os anos”. É a decoração do palácio, das avenidas comerciais, a chuva que veio com tudo causando estragos, e quando a chuva não vem é a falta dela, as férias escolares, as matrículas escolares e os famosos trotes que as crianças fazem para a policia, samu e bombeiros.
Os sites políticos da internet estão mais parados do que água de poço. Ninguém faz nada, ninguém fala nada. Assim como o jornalista sobrevive no final do ano? Dá um estresse, uma fadiga? Tem mesmo é que tirar férias. A se não fosse o papai Noel chegar de helicóptero nossa vida seria muito monótona.
O Jornalismo no estado ainda é muito pautado pelo poder publico e pela política estatal e bipartidária, e no fim de ano as coisas ficam difíceis. Analisem só: O governador está com a primeira dama no exterior, a assembléia já está de recesso, os órgão públicos paralisados, e cadê as pautas? Onde estão?
Batia-me um desespero nessa época, e sempre pensava: “Todas as pautas de fim de ano são iguais todos os anos”. É a decoração do palácio, das avenidas comerciais, a chuva que veio com tudo causando estragos, e quando a chuva não vem é a falta dela, as férias escolares, as matrículas escolares e os famosos trotes que as crianças fazem para a policia, samu e bombeiros.
Os sites políticos da internet estão mais parados do que água de poço. Ninguém faz nada, ninguém fala nada. Assim como o jornalista sobrevive no final do ano? Dá um estresse, uma fadiga? Tem mesmo é que tirar férias. A se não fosse o papai Noel chegar de helicóptero nossa vida seria muito monótona.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Não tenho problemas
Fiquei no Jalapão por uma semana, e essa viagem foi marcante na minha vida, mudei muito a minha forma de enxergar o mundo, e percebi que tenho que trabalhar muito para colaborar com a formação da minha filha, para que ela tenha uma vida melhor que a minha.
Eu nunca havia visto condições de vida como as que vi no Jalapão. Como pode existir uma mulher que cria sozinha seus sete filhos não tendo nenhum conforto, em sua casa, vivendo apenas do pouco artesanato de capim dourado que vende aos turistas que freqüentam o local? Eu nunca havia visto isso, uma mulher tão humilde que nunca deu o nome de a sua filha mais nova, que já está com um mês de vida.
O Jalapão é um lugar surpreendente, encantador... Um local criado por Deus à caneta. Serras perfeitas, lugares incrivelmente belos e um povo muito hospedeiro. Mas o que mais me surpreendeu foi o conformismo da população, por mais difícil que seja a vida na localidade, o povo acredita de que ali é o paraíso. “Minha filha, antigamente carregávamos sal na cabeça até Formosa do Rio Preto, na Bahia, a cabeça de minha mãe ficou ferida, andávamos à pé, hoje estamos milionários”, explicou dona Santinha, uma das artesãs do povoado de Mumbuca.
O pouco dessas pessoas virou muito... É uma coisa á se pensar todas as vezes que reclamarmos de uma dificuldade. A partir de agora vou ver os problemas de minha vida como desafios.
Eu nunca havia visto condições de vida como as que vi no Jalapão. Como pode existir uma mulher que cria sozinha seus sete filhos não tendo nenhum conforto, em sua casa, vivendo apenas do pouco artesanato de capim dourado que vende aos turistas que freqüentam o local? Eu nunca havia visto isso, uma mulher tão humilde que nunca deu o nome de a sua filha mais nova, que já está com um mês de vida.
O Jalapão é um lugar surpreendente, encantador... Um local criado por Deus à caneta. Serras perfeitas, lugares incrivelmente belos e um povo muito hospedeiro. Mas o que mais me surpreendeu foi o conformismo da população, por mais difícil que seja a vida na localidade, o povo acredita de que ali é o paraíso. “Minha filha, antigamente carregávamos sal na cabeça até Formosa do Rio Preto, na Bahia, a cabeça de minha mãe ficou ferida, andávamos à pé, hoje estamos milionários”, explicou dona Santinha, uma das artesãs do povoado de Mumbuca.
O pouco dessas pessoas virou muito... É uma coisa á se pensar todas as vezes que reclamarmos de uma dificuldade. A partir de agora vou ver os problemas de minha vida como desafios.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Ex-deputada Nair Lobo é presença confirmada no Happy Hour de lançamento do “Mais Mulher”
Já está confirmada a presença da ex-deputada goiana Nair Xavier Lobo no Happy Hour de lançamento do “Mais Mulher”- 1º Salão da Mulher Tocantinense. O evento irá acontecer nesta terça-feira, 01, a partir das 16 horas na Pousada das Artes, em Palmas.
Nair Lobo é uma das principais idealizadoras desse que é o primeiro evento voltado especificamente para o público feminino. Além do Tocantins, ela já implementou o projeto em São Paulo e em Goiânia. A intenção do Mais Mulher é debater temas e apresentar perspectivas que facilite a vida das mulheres tocantinenses.
O “Mais Mulher” será realizado nos dias 11, 12 e 13 de setembro, no Espaço Cultural José Gomes Sobrinho. A programação é recheada de assuntos de interesse feminino. Além de palestras, os participantes também terão acesso à minicursos e shows culturais. O local também contará com stands com produtos e serviços voltados para o público feminino.
O evento é uma realização do IMD - Instituto Marketing de Destino, em parceria com a Confederação Brasileira de Convention & Visitors Bureau, com deputado federal Eduardo Gomes e com o Ministério do Turismo.
Mais informações: Érica Lima- 63-84373861- 92825285
Fernanda Cappellesso- 63- 99947831
Nair Lobo é uma das principais idealizadoras desse que é o primeiro evento voltado especificamente para o público feminino. Além do Tocantins, ela já implementou o projeto em São Paulo e em Goiânia. A intenção do Mais Mulher é debater temas e apresentar perspectivas que facilite a vida das mulheres tocantinenses.
O “Mais Mulher” será realizado nos dias 11, 12 e 13 de setembro, no Espaço Cultural José Gomes Sobrinho. A programação é recheada de assuntos de interesse feminino. Além de palestras, os participantes também terão acesso à minicursos e shows culturais. O local também contará com stands com produtos e serviços voltados para o público feminino.
O evento é uma realização do IMD - Instituto Marketing de Destino, em parceria com a Confederação Brasileira de Convention & Visitors Bureau, com deputado federal Eduardo Gomes e com o Ministério do Turismo.
Mais informações: Érica Lima- 63-84373861- 92825285
Fernanda Cappellesso- 63- 99947831
Mais Mulher será lançado nesta terça-feira
Nesta terça-feira, 01, será apresentado à imprensa a programação oficial do “Mais Mulher”- 1º Salão da Mulher Tocantinense que está previsto para acontecer nos dias 11, 12 e 13 de setembro. O coquetel de apresentação será realizado às 16 horas na Pousada das Artes em Palmas.
O “Mais Mulher” é um evento realizado pelo IMD- Instituto de Marketing de Destino, em parceria com a Confederação Brasileira de Convention & Visitors Bureau, com o Deputado Federal Eduardo Gomes e com o Ministério do Turismo. A intenção é discutir das perspectivas da mulher moderna oferecendo-lhes alternativa que facilite a sua vida.
O evento será realizado no Espaço Cultura José Gomes Sobrinho, em Palmas. No local será montada uma mega-estrutura que acolherá stands de produtos voltados para o público feminino. Além disso, a programação está recheada de palestras, oficinas e mini-cursos em diversas áreas.
O salão será um espaço onde a mulher moderna se encontra e se informa sobre os principais assuntos referentes ao seu universo. Para isso, renomadas palestrantes de temas como família, mercado de trabalho e sociedade feminina.
O “Mais Mulher” é um evento realizado pelo IMD- Instituto de Marketing de Destino, em parceria com a Confederação Brasileira de Convention & Visitors Bureau, com o Deputado Federal Eduardo Gomes e com o Ministério do Turismo. A intenção é discutir das perspectivas da mulher moderna oferecendo-lhes alternativa que facilite a sua vida.
O evento será realizado no Espaço Cultura José Gomes Sobrinho, em Palmas. No local será montada uma mega-estrutura que acolherá stands de produtos voltados para o público feminino. Além disso, a programação está recheada de palestras, oficinas e mini-cursos em diversas áreas.
O salão será um espaço onde a mulher moderna se encontra e se informa sobre os principais assuntos referentes ao seu universo. Para isso, renomadas palestrantes de temas como família, mercado de trabalho e sociedade feminina.
sábado, 29 de agosto de 2009
Uma reflexão paterna
Que prejuízo! Isso foi o que levou o povo tocantinense com a cassação do governador Marcelo Miranda... Um tremendo prejuízo... e agora? Com certeza o povo tem que colocar suas cabeças em buracos, tipo avestruz, e esquecer o que passou... o que está por vir é bem pior...
O que me fez fazer essa reflexão foi uma recente conversa que tive com meu velho pai, que atualmente mora em São Vicente do Seridó, uma pequena cidade paraibana localizada à 130 quilômetros de Campina Grande. Ele me contou as dificuldades que pelas quais o povo do estado está passando desde o momento da cassação de Cássio Cunha Lima... Pois é, se lá, onde o governador foi cassado na metade do mandato as coisas estão assim, imagine aqui, que foi apenas um ano antes das eleições, como vai ficar...
As consequências já podem ser vistas pelas ruas de Palmas, a cidade está desorientada, o trânsito está calmo, a maioria das secretarias está parada... no Hospital Geral só tem arroz, feijão e abóbora para se comerem, porque o estado está desacreditado...
Em pior situação estão os secretários que antes tinham pretensões políticas. A queda na arrecadação do estado provocada pela crise mundial já tinha feito com que o orçamento baixasse agora as coisas pioraram e as dividas só foram crescendo... Ninguém sabe à quem irá cobrar... e eles ficam com o nome sujo no mercado. Quem vai votar em mal pagadores?
Enquanto isso grupos de pessoas mais uma vez se dividem... Uns são do grupo DIRETAS JÀ, outros do OBRIGADA MARCELO. E o grupo do povo onde fica em meio às negociações pelo acento do palácio Araguaia? Isso ninguém respondeu... nem mesmo montou grupo em busca de respostas. Mas o que importa é que o animo do governador Marcelo Miranda mudou, e ele está em ritmo acelerado, andando no estado, entregando obras e benefícios e mostrando à população que a lei eleitoral precisa evoluir e adaptar-se criando regras que regularize as campanhas á reeleição.
Só vamos esperar para ver. Mas o Estado perdeu um grande líder, que modernizou a máquina e valorizou o ser humano.
O que me fez fazer essa reflexão foi uma recente conversa que tive com meu velho pai, que atualmente mora em São Vicente do Seridó, uma pequena cidade paraibana localizada à 130 quilômetros de Campina Grande. Ele me contou as dificuldades que pelas quais o povo do estado está passando desde o momento da cassação de Cássio Cunha Lima... Pois é, se lá, onde o governador foi cassado na metade do mandato as coisas estão assim, imagine aqui, que foi apenas um ano antes das eleições, como vai ficar...
As consequências já podem ser vistas pelas ruas de Palmas, a cidade está desorientada, o trânsito está calmo, a maioria das secretarias está parada... no Hospital Geral só tem arroz, feijão e abóbora para se comerem, porque o estado está desacreditado...
Em pior situação estão os secretários que antes tinham pretensões políticas. A queda na arrecadação do estado provocada pela crise mundial já tinha feito com que o orçamento baixasse agora as coisas pioraram e as dividas só foram crescendo... Ninguém sabe à quem irá cobrar... e eles ficam com o nome sujo no mercado. Quem vai votar em mal pagadores?
Enquanto isso grupos de pessoas mais uma vez se dividem... Uns são do grupo DIRETAS JÀ, outros do OBRIGADA MARCELO. E o grupo do povo onde fica em meio às negociações pelo acento do palácio Araguaia? Isso ninguém respondeu... nem mesmo montou grupo em busca de respostas. Mas o que importa é que o animo do governador Marcelo Miranda mudou, e ele está em ritmo acelerado, andando no estado, entregando obras e benefícios e mostrando à população que a lei eleitoral precisa evoluir e adaptar-se criando regras que regularize as campanhas á reeleição.
Só vamos esperar para ver. Mas o Estado perdeu um grande líder, que modernizou a máquina e valorizou o ser humano.
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