Damyller tem opções de jeans para todos os estilos de namorados: românticos, roqueiros, hippies até para os moderninhos. A grande aposta para eles são as camisas sociais, que dão um look mais sofisticado mesmo com uma calça jeans. As cores vão do azul claro ao vinho passando pelo xadrex, desenvolvido a partir do tecido algodão peruano, considerado um dos melhores do mundo.
Para agradar as meninas e mulheres, a aposta da marca são estampas ou letterings, tanto em blusas mais casuais quanto em modelos mais alinhados. O denim segue soberano e as várias opções de altura de gancho das calças prometem encantar todos os estilos de namoradas. As saias e jaquetas jeans também são destaques na coleção.
Todas as peças sugeridas estão disponíveis nas 122 lojas da marca espalhadas pelo Brasil e no e-commerce, e tem preços sugeridos a partir de R$ 89.
quarta-feira, 27 de maio de 2015
domingo, 3 de abril de 2011
As cores da estação
Galerinha
A Avon entende mesmo a cabeça das mulheres, ou melhor, entende do corpo todo. No mês de março a marca trouxe uma grande novidade que mexe com as unhas da mulherada. Uma ótima idéia lançada no mês dedicado ao sexo feminino.
A Color Trend lançou a coleção de esmaltes Garota da Capa.São quatro cores maravilhosas: Garota da Capa (um dourado luxo), Flagra (roxinho cheio de personalidade), Babado Forte (vermelho arrasa-quarteirão) e VIP (cinza chumbo chic no último).
Uma amiga minha fez o teste para que eu pudesse mostrar aqui no blog, ela usou a cor VIP, que vai arrasar nessa estação, olha só o resultado:
Fiquei impressionada com a cobertura deste esmalte! Duas mãos são mais que suficientes para deixar a superfície perfeita e a cor bem forte . Quem prefere um cinza mais clarinho pode passar uma única mão, sem medo!
Experimentem vocês não vão se arrepender
A Avon entende mesmo a cabeça das mulheres, ou melhor, entende do corpo todo. No mês de março a marca trouxe uma grande novidade que mexe com as unhas da mulherada. Uma ótima idéia lançada no mês dedicado ao sexo feminino.
A Color Trend lançou a coleção de esmaltes Garota da Capa.São quatro cores maravilhosas: Garota da Capa (um dourado luxo), Flagra (roxinho cheio de personalidade), Babado Forte (vermelho arrasa-quarteirão) e VIP (cinza chumbo chic no último).
Uma amiga minha fez o teste para que eu pudesse mostrar aqui no blog, ela usou a cor VIP, que vai arrasar nessa estação, olha só o resultado:
Fiquei impressionada com a cobertura deste esmalte! Duas mãos são mais que suficientes para deixar a superfície perfeita e a cor bem forte . Quem prefere um cinza mais clarinho pode passar uma única mão, sem medo!
Experimentem vocês não vão se arrepender
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
A saga de um guerreiro
O calor de Palmas está muito mais forte hoje. Deu-me receio de ir ate minha casa, afinal pegar esse sol até o ponto de ônibus e depois voltar com ele na cabeça até o trabalho é difícil. Prefiro ficar aqui e me alimentar de notícias.
E assim a vida do jornalista, ele passa o dia inteiro lendo as noticias, atualizando-se dos fatos que marcam a sociedade. Emocionei-me ao ler um texto do meu ex-carrasco editor, Luiz Armando Costa, em seu blog. Ele narra um pouco de sua viagem, de Palmas ao Bomfim. Posso até estar enganada, mas ele cumpre o trajeto a pé, em agradecimento a recuperação de sua filha mais nova.
Depois que virei mãe ando me colocando no lugar dos pais que sofrem. Existem coisas que só os pais são capazes de fazer, e coisas que só se faz por filhos; Luiz está na estrada. Pensando em sua bebe, dia e noite agradecendo á Deus em cada passo que dá.
E aí, em mim aflora um sentimento tão medíocre que não chego á compreender. E me pergunto, o porquê de certas preocupações aflorarem em nossas almas apenas quando pensamos em nossos filhos. E os outros cidadãos do mundo?
Temos que lutar pela melhoria da saúde publica, não por causa de nossos filhos, mas também por causa dos filhos alheios. Nosso pensamento deve ser o mesmo em relação á educação , meio ambiente e segurança.
Me desculpem pelo texto confuso de hoje... é porque minha mente está essa confusão... Boa sorte Luiz.
E assim a vida do jornalista, ele passa o dia inteiro lendo as noticias, atualizando-se dos fatos que marcam a sociedade. Emocionei-me ao ler um texto do meu ex-carrasco editor, Luiz Armando Costa, em seu blog. Ele narra um pouco de sua viagem, de Palmas ao Bomfim. Posso até estar enganada, mas ele cumpre o trajeto a pé, em agradecimento a recuperação de sua filha mais nova.
Depois que virei mãe ando me colocando no lugar dos pais que sofrem. Existem coisas que só os pais são capazes de fazer, e coisas que só se faz por filhos; Luiz está na estrada. Pensando em sua bebe, dia e noite agradecendo á Deus em cada passo que dá.
E aí, em mim aflora um sentimento tão medíocre que não chego á compreender. E me pergunto, o porquê de certas preocupações aflorarem em nossas almas apenas quando pensamos em nossos filhos. E os outros cidadãos do mundo?
Temos que lutar pela melhoria da saúde publica, não por causa de nossos filhos, mas também por causa dos filhos alheios. Nosso pensamento deve ser o mesmo em relação á educação , meio ambiente e segurança.
Me desculpem pelo texto confuso de hoje... é porque minha mente está essa confusão... Boa sorte Luiz.
domingo, 4 de julho de 2010
Vida real virou telenovela?
Depois que sai pagamento do servidor público, os pontos de encontro a população palmense são os grandes supermercados da cidade.
Manhã de domingo, estou eu na fila do Extra quando um indivíduo de inteligência duvidosa estava atrás de mim faz um comentário no mínimo ridículo. Sem querer eu ouvi sua conversa de “flamenguista doente”, saindo em defesa do Bruno, goleiro do time, no caso do suposto desaparecimento de sua ex-amante.
O jovem, que aparentava estar no final de sua terceira década de vida, tentava convencer sua acompanhante de que se Bruno realmente matou Elisa, foi porque ela merecia morrer. Ops... Foi isso mesmo. Olha a pergunta que ele fez pra ela: “- Nas novelas você não torce para que os vilões se dêem mal?, pois é, essa garota é uma vagabunda que engravidou de propósito”.
Naquele momento me veio a reflexão, me perguntei se estava escutando aquilo mesmo. Meu Deus, que loucura. Digamos que a moça realmente tenha engravidado de propósito, em busca do sonho da grana fácil, por isso ela merece morrer?
Com tantos acontecimentos, e com essa observação desse otário no Extra, percebi que a mulher não vale nada mesmo.Qualquer coisa é motivo para tirar a vida de uma. Matar. Elas que foram assassinadas aos montes quando consideradas bruxas e feiticeiras. Assassinadas aos montes quando consideradas adulteras. Assassinadas aos montes por qualquer motivo.
As mulheres têm que se levantar para lutar, queimar novamente os sutiãs e mostrar que elas podem ser mais que qualquer coisa, qualquer vilão de novela que mereça morrer esquecendo que na vida real existe justiça.
Desculpem meninas, se por ventura minimizei a existência feminina nesse texto, mas é porque passei a domingo inteiro me sentindo medíocre.
Manhã de domingo, estou eu na fila do Extra quando um indivíduo de inteligência duvidosa estava atrás de mim faz um comentário no mínimo ridículo. Sem querer eu ouvi sua conversa de “flamenguista doente”, saindo em defesa do Bruno, goleiro do time, no caso do suposto desaparecimento de sua ex-amante.
O jovem, que aparentava estar no final de sua terceira década de vida, tentava convencer sua acompanhante de que se Bruno realmente matou Elisa, foi porque ela merecia morrer. Ops... Foi isso mesmo. Olha a pergunta que ele fez pra ela: “- Nas novelas você não torce para que os vilões se dêem mal?, pois é, essa garota é uma vagabunda que engravidou de propósito”.
Naquele momento me veio a reflexão, me perguntei se estava escutando aquilo mesmo. Meu Deus, que loucura. Digamos que a moça realmente tenha engravidado de propósito, em busca do sonho da grana fácil, por isso ela merece morrer?
Com tantos acontecimentos, e com essa observação desse otário no Extra, percebi que a mulher não vale nada mesmo.Qualquer coisa é motivo para tirar a vida de uma. Matar. Elas que foram assassinadas aos montes quando consideradas bruxas e feiticeiras. Assassinadas aos montes quando consideradas adulteras. Assassinadas aos montes por qualquer motivo.
As mulheres têm que se levantar para lutar, queimar novamente os sutiãs e mostrar que elas podem ser mais que qualquer coisa, qualquer vilão de novela que mereça morrer esquecendo que na vida real existe justiça.
Desculpem meninas, se por ventura minimizei a existência feminina nesse texto, mas é porque passei a domingo inteiro me sentindo medíocre.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Uma surpresa atrás da outra
Como tenho me surpreendido. Em uma recente viagem feita às terras goianas reencontrei um amigo, que até pouco tempo se considerava tocantinense, mas pelo que percebi ele mudou de idéia. Me perguntou: “E aí, no Tocantins continua acontecendo aquelas aberrações típicas de lá?”. Logicamente que apelei, questionei no ato se ele pensava que as coisas inimagináveis só aconteciam aqui no Tocantins?
Assistindo o noticiário esta semana me surpreendi, de novo, com dois fatos interessantes. Primeiro a prefeitura de Palmas anuncia que a Guarda Metropolitana vai auxiliar na fiscalização de trânsito com a intenção de baixar os índices de acidentes da cidade. Posteriormente, mais uma vez me surpreendo com a notícia de um atropelamento múltiplo, oito pessoas, na avenida Palmas Brasil, em que o condutor é um Guarda Metropolitano.
É, parece que a competência de fiscalização de trânsito da Guarda foi jogada ao chão, por causa da atitude única de um de seus integrantes. Como que pode, uma pessoa arrastar outra por 20 metros, atropelar no percurso mais sete e estar apto a fiscalizar o trânsito? Realmente, é dessas aberrações que o “ex-tocantinense” se referia.
O pior é a alegação de que atropelou outras sete pessoas porque o seu veículo estava sendo alvejado por pedras e latas. Logicamente, afinal será que ele não percebeu que estava arrastando uma pessoa? Será que ele queria que as outras pessoas presentes no local ficassem olhando a moça ser arrastada e morta sem nada fazer? Será que ele queria que acontecesse á outra família o mesmo que aconteceu com o garoto João Hélio, arrastado vivo, durante um assalto?
Agora, o que fazer? Um processo por lesão corporal é o suficiente? Claro que não, suficiente é preparar-se para receber o público durante as comemorações. Fechar a avenida, antes do início da festa, evitando a entrada de veículos, isso sem abrir exceções porque a pessoa faz parte da corporação.
Juntem-se a mim tocantinenses, não vamos permitir que terceiros falem mal do nosso estado, não vamos permitir que aberrações como essas sujem a imagem de nossa cidade. E aos que comandam e cuidam da ordem pública, tentem usar de planejamento para que novos crimes de trânsito não aconteçam durante as comemorações da Copa, afinal todos nos temos a esperança que nossa seleção irá trazer o caneco na bagagem
Assistindo o noticiário esta semana me surpreendi, de novo, com dois fatos interessantes. Primeiro a prefeitura de Palmas anuncia que a Guarda Metropolitana vai auxiliar na fiscalização de trânsito com a intenção de baixar os índices de acidentes da cidade. Posteriormente, mais uma vez me surpreendo com a notícia de um atropelamento múltiplo, oito pessoas, na avenida Palmas Brasil, em que o condutor é um Guarda Metropolitano.
É, parece que a competência de fiscalização de trânsito da Guarda foi jogada ao chão, por causa da atitude única de um de seus integrantes. Como que pode, uma pessoa arrastar outra por 20 metros, atropelar no percurso mais sete e estar apto a fiscalizar o trânsito? Realmente, é dessas aberrações que o “ex-tocantinense” se referia.
O pior é a alegação de que atropelou outras sete pessoas porque o seu veículo estava sendo alvejado por pedras e latas. Logicamente, afinal será que ele não percebeu que estava arrastando uma pessoa? Será que ele queria que as outras pessoas presentes no local ficassem olhando a moça ser arrastada e morta sem nada fazer? Será que ele queria que acontecesse á outra família o mesmo que aconteceu com o garoto João Hélio, arrastado vivo, durante um assalto?
Agora, o que fazer? Um processo por lesão corporal é o suficiente? Claro que não, suficiente é preparar-se para receber o público durante as comemorações. Fechar a avenida, antes do início da festa, evitando a entrada de veículos, isso sem abrir exceções porque a pessoa faz parte da corporação.
Juntem-se a mim tocantinenses, não vamos permitir que terceiros falem mal do nosso estado, não vamos permitir que aberrações como essas sujem a imagem de nossa cidade. E aos que comandam e cuidam da ordem pública, tentem usar de planejamento para que novos crimes de trânsito não aconteçam durante as comemorações da Copa, afinal todos nos temos a esperança que nossa seleção irá trazer o caneco na bagagem
sexta-feira, 28 de maio de 2010
Eu também sou Pioneira
Artigo publicado no Jornal do Tocantins do dia 28 de maior de 2010
E quem disse que não sou pioneira? Pois é. Eu sou pioneira também. Vendo Palmas completar 21 anos, me lembro de quando cheguei a essa cidade, na época eu tinha apenas 7 anos de idade. Minha comadre morre de rir quando digo que já morei na Praça dos Girassóis, mas isso é verdade, faz parte de minha história.
Claro que me lembro, dos meus tempos de menina, quando morava na antiga rodoviária, que ocupava o lugar que hoje é a Secretaria do Planejamento, dentro de um Opala vermelho que dividi com minha mãe, meu pai e meu irmão (na época, mais novo do que eu). Tudo em busca do sonho de melhorar de vida, do sonho da cidade nova, do sonho da “nova Brasília”.
Arrepio-me ao pensar que tudo que meus pais queriam eram me dar uma vida melhor, e isso eles conseguiram. Afinal, engoli poeira, mas me diverti e Palmas me deu a oportunidade de conquistar vitórias inacreditáveis.
Mas não pensem que foi fácil, pois também me lembro muito bem das lágrimas de alegria de minha mãe quando conseguiu uma vaga para que eu estudasse na escola Madre Belém, misturadas com as lagrimas de tristeza por não ter conseguido para o meu irmão. Hoje agradeço a ela, o esforço de ter levantado na madrugada e de ter insistido na intenção de garantir a minha educação, que posteriormente me rendeu uma vaga na única universidade pública do Tocantins.
Engoli poeira, pisei em lama, brinquei atrás dos caminhões pipas e me perdi de alegria no me de redemoinhos. Chorei com as chuvas de vento e participei de muitos desfiles cívicos. Eu também sou história. Também sou pioneira. Também escolhi Palmas para ter meus filhos e espero que meus filhos escolham Palmas para ter meus netos.
Tenho certeza que muitos, ao ler esse texto lembram-se das histórias que conto e das dificuldades que passamos para que Palmas se tornasse essa beleza que é hoje. Muitos também usaram água de caminhão pipa e lavaram roupas no córrego Brejo Comprido (Avenida Teotônio Segurado). Pois, essa era a minha intenção, relembrar aos palmenses o verdadeiro significado da palavra pioneiro.
Ver Palmas assim, com ares de cidade grande, me deixa encantada e me faz lembrar que a cidade é assim, porque muitos iguais aos meus pais insistiram em construir uma cidade perfeita para se viver. Obrigada pai, obrigada mãe, obrigada pioneiros anônimos. Parabéns Palmas.
Erica Lima é jornalista, especializada em assessoria de comunicação, pioneira , filha de pioneiros e moradora de Palmas desde 1991
E quem disse que não sou pioneira? Pois é. Eu sou pioneira também. Vendo Palmas completar 21 anos, me lembro de quando cheguei a essa cidade, na época eu tinha apenas 7 anos de idade. Minha comadre morre de rir quando digo que já morei na Praça dos Girassóis, mas isso é verdade, faz parte de minha história.
Claro que me lembro, dos meus tempos de menina, quando morava na antiga rodoviária, que ocupava o lugar que hoje é a Secretaria do Planejamento, dentro de um Opala vermelho que dividi com minha mãe, meu pai e meu irmão (na época, mais novo do que eu). Tudo em busca do sonho de melhorar de vida, do sonho da cidade nova, do sonho da “nova Brasília”.
Arrepio-me ao pensar que tudo que meus pais queriam eram me dar uma vida melhor, e isso eles conseguiram. Afinal, engoli poeira, mas me diverti e Palmas me deu a oportunidade de conquistar vitórias inacreditáveis.
Mas não pensem que foi fácil, pois também me lembro muito bem das lágrimas de alegria de minha mãe quando conseguiu uma vaga para que eu estudasse na escola Madre Belém, misturadas com as lagrimas de tristeza por não ter conseguido para o meu irmão. Hoje agradeço a ela, o esforço de ter levantado na madrugada e de ter insistido na intenção de garantir a minha educação, que posteriormente me rendeu uma vaga na única universidade pública do Tocantins.
Engoli poeira, pisei em lama, brinquei atrás dos caminhões pipas e me perdi de alegria no me de redemoinhos. Chorei com as chuvas de vento e participei de muitos desfiles cívicos. Eu também sou história. Também sou pioneira. Também escolhi Palmas para ter meus filhos e espero que meus filhos escolham Palmas para ter meus netos.
Tenho certeza que muitos, ao ler esse texto lembram-se das histórias que conto e das dificuldades que passamos para que Palmas se tornasse essa beleza que é hoje. Muitos também usaram água de caminhão pipa e lavaram roupas no córrego Brejo Comprido (Avenida Teotônio Segurado). Pois, essa era a minha intenção, relembrar aos palmenses o verdadeiro significado da palavra pioneiro.
Ver Palmas assim, com ares de cidade grande, me deixa encantada e me faz lembrar que a cidade é assim, porque muitos iguais aos meus pais insistiram em construir uma cidade perfeita para se viver. Obrigada pai, obrigada mãe, obrigada pioneiros anônimos. Parabéns Palmas.
Erica Lima é jornalista, especializada em assessoria de comunicação, pioneira , filha de pioneiros e moradora de Palmas desde 1991
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
A IMPRENSA E AS FESTAS DE FIM DE ANO
Hoje, assistindo o Bom Dia Tocantins, recordei-me da época em que fazia parte do quadro de funcionários de um jornal da cidade, era repórter de rua. Percebi o quanto sofre os repórteres e produtores nessa época do ano , aqui no Tocantins.
O Jornalismo no estado ainda é muito pautado pelo poder publico e pela política estatal e bipartidária, e no fim de ano as coisas ficam difíceis. Analisem só: O governador está com a primeira dama no exterior, a assembléia já está de recesso, os órgão públicos paralisados, e cadê as pautas? Onde estão?
Batia-me um desespero nessa época, e sempre pensava: “Todas as pautas de fim de ano são iguais todos os anos”. É a decoração do palácio, das avenidas comerciais, a chuva que veio com tudo causando estragos, e quando a chuva não vem é a falta dela, as férias escolares, as matrículas escolares e os famosos trotes que as crianças fazem para a policia, samu e bombeiros.
Os sites políticos da internet estão mais parados do que água de poço. Ninguém faz nada, ninguém fala nada. Assim como o jornalista sobrevive no final do ano? Dá um estresse, uma fadiga? Tem mesmo é que tirar férias. A se não fosse o papai Noel chegar de helicóptero nossa vida seria muito monótona.
O Jornalismo no estado ainda é muito pautado pelo poder publico e pela política estatal e bipartidária, e no fim de ano as coisas ficam difíceis. Analisem só: O governador está com a primeira dama no exterior, a assembléia já está de recesso, os órgão públicos paralisados, e cadê as pautas? Onde estão?
Batia-me um desespero nessa época, e sempre pensava: “Todas as pautas de fim de ano são iguais todos os anos”. É a decoração do palácio, das avenidas comerciais, a chuva que veio com tudo causando estragos, e quando a chuva não vem é a falta dela, as férias escolares, as matrículas escolares e os famosos trotes que as crianças fazem para a policia, samu e bombeiros.
Os sites políticos da internet estão mais parados do que água de poço. Ninguém faz nada, ninguém fala nada. Assim como o jornalista sobrevive no final do ano? Dá um estresse, uma fadiga? Tem mesmo é que tirar férias. A se não fosse o papai Noel chegar de helicóptero nossa vida seria muito monótona.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Não tenho problemas
Fiquei no Jalapão por uma semana, e essa viagem foi marcante na minha vida, mudei muito a minha forma de enxergar o mundo, e percebi que tenho que trabalhar muito para colaborar com a formação da minha filha, para que ela tenha uma vida melhor que a minha.
Eu nunca havia visto condições de vida como as que vi no Jalapão. Como pode existir uma mulher que cria sozinha seus sete filhos não tendo nenhum conforto, em sua casa, vivendo apenas do pouco artesanato de capim dourado que vende aos turistas que freqüentam o local? Eu nunca havia visto isso, uma mulher tão humilde que nunca deu o nome de a sua filha mais nova, que já está com um mês de vida.
O Jalapão é um lugar surpreendente, encantador... Um local criado por Deus à caneta. Serras perfeitas, lugares incrivelmente belos e um povo muito hospedeiro. Mas o que mais me surpreendeu foi o conformismo da população, por mais difícil que seja a vida na localidade, o povo acredita de que ali é o paraíso. “Minha filha, antigamente carregávamos sal na cabeça até Formosa do Rio Preto, na Bahia, a cabeça de minha mãe ficou ferida, andávamos à pé, hoje estamos milionários”, explicou dona Santinha, uma das artesãs do povoado de Mumbuca.
O pouco dessas pessoas virou muito... É uma coisa á se pensar todas as vezes que reclamarmos de uma dificuldade. A partir de agora vou ver os problemas de minha vida como desafios.
Eu nunca havia visto condições de vida como as que vi no Jalapão. Como pode existir uma mulher que cria sozinha seus sete filhos não tendo nenhum conforto, em sua casa, vivendo apenas do pouco artesanato de capim dourado que vende aos turistas que freqüentam o local? Eu nunca havia visto isso, uma mulher tão humilde que nunca deu o nome de a sua filha mais nova, que já está com um mês de vida.
O Jalapão é um lugar surpreendente, encantador... Um local criado por Deus à caneta. Serras perfeitas, lugares incrivelmente belos e um povo muito hospedeiro. Mas o que mais me surpreendeu foi o conformismo da população, por mais difícil que seja a vida na localidade, o povo acredita de que ali é o paraíso. “Minha filha, antigamente carregávamos sal na cabeça até Formosa do Rio Preto, na Bahia, a cabeça de minha mãe ficou ferida, andávamos à pé, hoje estamos milionários”, explicou dona Santinha, uma das artesãs do povoado de Mumbuca.
O pouco dessas pessoas virou muito... É uma coisa á se pensar todas as vezes que reclamarmos de uma dificuldade. A partir de agora vou ver os problemas de minha vida como desafios.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Ex-deputada Nair Lobo é presença confirmada no Happy Hour de lançamento do “Mais Mulher”
Já está confirmada a presença da ex-deputada goiana Nair Xavier Lobo no Happy Hour de lançamento do “Mais Mulher”- 1º Salão da Mulher Tocantinense. O evento irá acontecer nesta terça-feira, 01, a partir das 16 horas na Pousada das Artes, em Palmas.
Nair Lobo é uma das principais idealizadoras desse que é o primeiro evento voltado especificamente para o público feminino. Além do Tocantins, ela já implementou o projeto em São Paulo e em Goiânia. A intenção do Mais Mulher é debater temas e apresentar perspectivas que facilite a vida das mulheres tocantinenses.
O “Mais Mulher” será realizado nos dias 11, 12 e 13 de setembro, no Espaço Cultural José Gomes Sobrinho. A programação é recheada de assuntos de interesse feminino. Além de palestras, os participantes também terão acesso à minicursos e shows culturais. O local também contará com stands com produtos e serviços voltados para o público feminino.
O evento é uma realização do IMD - Instituto Marketing de Destino, em parceria com a Confederação Brasileira de Convention & Visitors Bureau, com deputado federal Eduardo Gomes e com o Ministério do Turismo.
Mais informações: Érica Lima- 63-84373861- 92825285
Fernanda Cappellesso- 63- 99947831
Nair Lobo é uma das principais idealizadoras desse que é o primeiro evento voltado especificamente para o público feminino. Além do Tocantins, ela já implementou o projeto em São Paulo e em Goiânia. A intenção do Mais Mulher é debater temas e apresentar perspectivas que facilite a vida das mulheres tocantinenses.
O “Mais Mulher” será realizado nos dias 11, 12 e 13 de setembro, no Espaço Cultural José Gomes Sobrinho. A programação é recheada de assuntos de interesse feminino. Além de palestras, os participantes também terão acesso à minicursos e shows culturais. O local também contará com stands com produtos e serviços voltados para o público feminino.
O evento é uma realização do IMD - Instituto Marketing de Destino, em parceria com a Confederação Brasileira de Convention & Visitors Bureau, com deputado federal Eduardo Gomes e com o Ministério do Turismo.
Mais informações: Érica Lima- 63-84373861- 92825285
Fernanda Cappellesso- 63- 99947831
Mais Mulher será lançado nesta terça-feira
Nesta terça-feira, 01, será apresentado à imprensa a programação oficial do “Mais Mulher”- 1º Salão da Mulher Tocantinense que está previsto para acontecer nos dias 11, 12 e 13 de setembro. O coquetel de apresentação será realizado às 16 horas na Pousada das Artes em Palmas.
O “Mais Mulher” é um evento realizado pelo IMD- Instituto de Marketing de Destino, em parceria com a Confederação Brasileira de Convention & Visitors Bureau, com o Deputado Federal Eduardo Gomes e com o Ministério do Turismo. A intenção é discutir das perspectivas da mulher moderna oferecendo-lhes alternativa que facilite a sua vida.
O evento será realizado no Espaço Cultura José Gomes Sobrinho, em Palmas. No local será montada uma mega-estrutura que acolherá stands de produtos voltados para o público feminino. Além disso, a programação está recheada de palestras, oficinas e mini-cursos em diversas áreas.
O salão será um espaço onde a mulher moderna se encontra e se informa sobre os principais assuntos referentes ao seu universo. Para isso, renomadas palestrantes de temas como família, mercado de trabalho e sociedade feminina.
O “Mais Mulher” é um evento realizado pelo IMD- Instituto de Marketing de Destino, em parceria com a Confederação Brasileira de Convention & Visitors Bureau, com o Deputado Federal Eduardo Gomes e com o Ministério do Turismo. A intenção é discutir das perspectivas da mulher moderna oferecendo-lhes alternativa que facilite a sua vida.
O evento será realizado no Espaço Cultura José Gomes Sobrinho, em Palmas. No local será montada uma mega-estrutura que acolherá stands de produtos voltados para o público feminino. Além disso, a programação está recheada de palestras, oficinas e mini-cursos em diversas áreas.
O salão será um espaço onde a mulher moderna se encontra e se informa sobre os principais assuntos referentes ao seu universo. Para isso, renomadas palestrantes de temas como família, mercado de trabalho e sociedade feminina.
sábado, 29 de agosto de 2009
Uma reflexão paterna
Que prejuízo! Isso foi o que levou o povo tocantinense com a cassação do governador Marcelo Miranda... Um tremendo prejuízo... e agora? Com certeza o povo tem que colocar suas cabeças em buracos, tipo avestruz, e esquecer o que passou... o que está por vir é bem pior...
O que me fez fazer essa reflexão foi uma recente conversa que tive com meu velho pai, que atualmente mora em São Vicente do Seridó, uma pequena cidade paraibana localizada à 130 quilômetros de Campina Grande. Ele me contou as dificuldades que pelas quais o povo do estado está passando desde o momento da cassação de Cássio Cunha Lima... Pois é, se lá, onde o governador foi cassado na metade do mandato as coisas estão assim, imagine aqui, que foi apenas um ano antes das eleições, como vai ficar...
As consequências já podem ser vistas pelas ruas de Palmas, a cidade está desorientada, o trânsito está calmo, a maioria das secretarias está parada... no Hospital Geral só tem arroz, feijão e abóbora para se comerem, porque o estado está desacreditado...
Em pior situação estão os secretários que antes tinham pretensões políticas. A queda na arrecadação do estado provocada pela crise mundial já tinha feito com que o orçamento baixasse agora as coisas pioraram e as dividas só foram crescendo... Ninguém sabe à quem irá cobrar... e eles ficam com o nome sujo no mercado. Quem vai votar em mal pagadores?
Enquanto isso grupos de pessoas mais uma vez se dividem... Uns são do grupo DIRETAS JÀ, outros do OBRIGADA MARCELO. E o grupo do povo onde fica em meio às negociações pelo acento do palácio Araguaia? Isso ninguém respondeu... nem mesmo montou grupo em busca de respostas. Mas o que importa é que o animo do governador Marcelo Miranda mudou, e ele está em ritmo acelerado, andando no estado, entregando obras e benefícios e mostrando à população que a lei eleitoral precisa evoluir e adaptar-se criando regras que regularize as campanhas á reeleição.
Só vamos esperar para ver. Mas o Estado perdeu um grande líder, que modernizou a máquina e valorizou o ser humano.
O que me fez fazer essa reflexão foi uma recente conversa que tive com meu velho pai, que atualmente mora em São Vicente do Seridó, uma pequena cidade paraibana localizada à 130 quilômetros de Campina Grande. Ele me contou as dificuldades que pelas quais o povo do estado está passando desde o momento da cassação de Cássio Cunha Lima... Pois é, se lá, onde o governador foi cassado na metade do mandato as coisas estão assim, imagine aqui, que foi apenas um ano antes das eleições, como vai ficar...
As consequências já podem ser vistas pelas ruas de Palmas, a cidade está desorientada, o trânsito está calmo, a maioria das secretarias está parada... no Hospital Geral só tem arroz, feijão e abóbora para se comerem, porque o estado está desacreditado...
Em pior situação estão os secretários que antes tinham pretensões políticas. A queda na arrecadação do estado provocada pela crise mundial já tinha feito com que o orçamento baixasse agora as coisas pioraram e as dividas só foram crescendo... Ninguém sabe à quem irá cobrar... e eles ficam com o nome sujo no mercado. Quem vai votar em mal pagadores?
Enquanto isso grupos de pessoas mais uma vez se dividem... Uns são do grupo DIRETAS JÀ, outros do OBRIGADA MARCELO. E o grupo do povo onde fica em meio às negociações pelo acento do palácio Araguaia? Isso ninguém respondeu... nem mesmo montou grupo em busca de respostas. Mas o que importa é que o animo do governador Marcelo Miranda mudou, e ele está em ritmo acelerado, andando no estado, entregando obras e benefícios e mostrando à população que a lei eleitoral precisa evoluir e adaptar-se criando regras que regularize as campanhas á reeleição.
Só vamos esperar para ver. Mas o Estado perdeu um grande líder, que modernizou a máquina e valorizou o ser humano.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Uma situação estranha
Não sei o motivo, mas eu sou uma das poucas pessoas do mundo que comprou um carro e nunca aprendeu a dirigir... Pois é... Esse é o principal motivo que me faz ir e vir do trabalho de ônibus. Todos os dias, menos naqueles em que consigo uma carona.
Não acho esse fato negativo, sempre fui uma pessoa muito observadora, critica e questionadora, e o sistema de transporte público é um prato cheio para minhas indagações.
Outro dia estava na estação Apinajé, próximo ao Supermercado Big uma situação me fez lembrar que a empresa Miracema havia adquirido 26 ônibus adaptados para pessoas com deficiência, poucos dias antes de um aumento de 40% na tarifa do transporte. Voltando ao meu dia em frente ao Big, passei a me perguntar o porquê dessa compra, porque vocês não imaginam o que eu tinha acabado de presenciar. Um deficiente físico, cadeirante, tentou entrar em um desses veículos adaptados e o motorista disse: “Não vai dar, esqueci a chave do sistema que aciona a rampa eletrônica”. Pode?
Eu fiquei olhando perplexa e percebi que ao usuário deficiente faltou até a voz. Ele calou-se. Eu então levantei e perguntei: “Como é que é?”, e ele repetiu a mesma coisa. Ai gente... Isso doeu em mim...me revoltou, mas eu não sabia o que fazer, então disse ao motorista: “Então o senhor desça e o ajude a subir, já que não funciona”. Muito bravo ele desceu, mas pelo menos o pobre homem embarcou.
É aí que fico pensado, o que adianta o empresário fingir que investe se não capacita os seus funcionários para trabalharem com esse público, aí não dá... Deixo registrada aqui a minha indignação.
Não acho esse fato negativo, sempre fui uma pessoa muito observadora, critica e questionadora, e o sistema de transporte público é um prato cheio para minhas indagações.
Outro dia estava na estação Apinajé, próximo ao Supermercado Big uma situação me fez lembrar que a empresa Miracema havia adquirido 26 ônibus adaptados para pessoas com deficiência, poucos dias antes de um aumento de 40% na tarifa do transporte. Voltando ao meu dia em frente ao Big, passei a me perguntar o porquê dessa compra, porque vocês não imaginam o que eu tinha acabado de presenciar. Um deficiente físico, cadeirante, tentou entrar em um desses veículos adaptados e o motorista disse: “Não vai dar, esqueci a chave do sistema que aciona a rampa eletrônica”. Pode?
Eu fiquei olhando perplexa e percebi que ao usuário deficiente faltou até a voz. Ele calou-se. Eu então levantei e perguntei: “Como é que é?”, e ele repetiu a mesma coisa. Ai gente... Isso doeu em mim...me revoltou, mas eu não sabia o que fazer, então disse ao motorista: “Então o senhor desça e o ajude a subir, já que não funciona”. Muito bravo ele desceu, mas pelo menos o pobre homem embarcou.
É aí que fico pensado, o que adianta o empresário fingir que investe se não capacita os seus funcionários para trabalharem com esse público, aí não dá... Deixo registrada aqui a minha indignação.
Sempre tive o sonho de ter um lugar onde as minhas palavras fossem transformadas em informações para todos. Creio que essa seja toda a intenção de todos os jornalistas. Fazer-se ouvir. Fazer com que suas palavras sejam vistas por todos. E este é o meu espaço, espero agradar á todos, mas a minha infelicidade de estar fora dos veículos de comunicação estará exposta nesta humilde página virtual.
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